Vale sabia dos riscos em Brumadinho e de mais 9 barragens

The Feijao mine in the region of Corrego do Feijao in Brumadinho, two days after the collapse of a dam at an iron-ore mine belonging to Brazil's giant mining company Vale near the town of Brumadinho, state of Minas Gerais, southeastern Brazil, on January 27, 2019. - Communities were devastated by a dam collapse that killed at least 37 people at a Brazilian mining complex -- with hopes fading for 250 still missing. A barrier at the site burst on Friday, spewing millions of tons of treacherous sludge and engulfing buildings, vehicles and roads. (Photo by Douglas Magno / AFP)

A própria Vale do Rio Doce comprovavam sabia do risco na barragem de Brumadinho e em mais 9 outras. Foi o que mostrou documentos da própria empresa que vieram a público na última terça-feira (12), divulgados pela Justiça. O Ministério Público move uma ação contra a mineradora.

O Ministério Público de Minas Gerais solicitou à Vale, no dia 31 de janeiro, seis dias após o rompimento da barragem de Brumadinho, informações do setor de gestão de risco geotécnico da empresa. De 57 barragens avaliadas, 10 estavam enquadradas na chamada Zona de Atenção (Alarp Zone). O MP diz que havia “severo risco de rompimento” das estruturas.

“Todas elas são próximas a núcleos urbanos, havendo pessoas residentes/transitando na zona de autossalvamento”, indica o documento do MP.


Redação do AF Newss/Rômulo/Dados: Diário de Pernambuco/Foto: TV Globo.