Professora Bebel Oliveira lembrou que no comando de greve, as mulheres eram a maioria

10/03/2016 03h27
Professores em Protesto em frente à Prefeitura, aguardando um representante do governo com a contraproposta oficializada. Foto: Everaldo Paixão
Blog do Everaldo Paixão | Por Everaldo Paixão 
Professora Salomé Oliveira
(Bebel) deixou claro que vindo alguma coisa que seja para vigorar partindo da
atual gestão municipal, não é muito garantia de credibilidade e que só acredita
no cumprimento da contraproposta da prefeitura, quando o TAC (Termo de Ajuste
de Conduta) estiver devidamente assinado. Para ela, é sempre bom ficar com o pé
atrás para não cair, quando alguma promessa vem do governo municipal que não
tem respeitado regras, leis, pessoas.
Para a professora foram
eles, prefeito, assessores, que criaram essa situação de desconfiança nem só
diante dos servidores, mas da população em geral.
Desejou a todas as
companheiras “guerreiras” um feliz “Dia Internacional da Mulher” e deixou uma
mensagem de que a luta continua.

Conversando com o editor
do blog, a professora disse que além da luta pelas melhorias salariais, e como
estamos passando por essas epidemias de dengue, chicungunya e zika vírus, e a
demanda de pacientes nos hospitais e postos de saúde do Município tem sido
grande e impossível de assistir às pessoas por conta de um caos que foi
aprofundado na saúde, devido as irresponsabilidades recorrentes do gestor
municipal, a luta precisa ser estendida na busca por qualidade na assistência à
saúde e, para a educadora, o primeiro passo será a luta em busca da conclusão
das obras da Unidade de Pronto Atendimento – UPA.

Sobre o Autor

Allyne Ribeiro