A prefeitura de Bodocó no Sertão do Araripe emitiu esclarecimento sobre um suposto golpe envolvendo o nome do município e que estaria sendo aplicado no comércio local por meio de cobrança por serviço de dedetização. Segundo informações, representantes de uma suposta empresa chegavam no comércio e se disponibilizavam a limpar os estabelecimentos utilizando os produtos para desinfectar o ambiente e assim combater o coronavírus, e isso como se fosse determinação da administração daquela cidade, na qual, também era preciso pagar uma taxa pelo serviço.

Diante da irregularidade encontrada o município esclareceu que, não possui contrato com qualquer empresa de dedetização que esteja realizando higienização de estabelecimentos comerciais no município e não autoriza terceiros a cobrarem por quaisquer serviços em nome da Prefeitura. Orientamos ainda que as possíveis vítimas não efetuem pagamentos por esse tipo de serviço, sem antes verificarem a credibilidade da suposta empresa. Os serviços oferecidos pela Prefeitura são realizados de forma gratuita, portanto sem necessidade de qualquer pagamento pela população.

Oportunidade na crise

Esse caso que ocorreu lá em Bodocó não é isolado, aqui em Araripina em vez por outra aparece vendedores porta-a-porta que querem utilizar da imagem de um órgão público para impor uma compra de algum serviço. Teve um período em que muitas pessoas compraram caixas para recebimento das cartas e documentos dos Correios, por que os vendedores estavam caracterizados com roupas na cor amarela e azul da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e ao chegar nas casas informavam sobre a necessidade de mudanças nas caixas que sem elas não era possível receber mais os serviços da estatal.

Seja em Bodocó ou Araripina, as pessoas devem procurar a informação correta sobre aquele serviço que lhe é apresentado e caso caia em algum golpe deve procurar registrar a ocorrência nas delegacias locais, pois só assim, poderá ter restituído os valores pagos indevidamente e os responsáveis punidos pelos crimes de estelionato.

Redação Araripina em Foco / Imagem: Reprodução