Para Luciano Capitão a ideia de bater o martelo em torno de uma união entre Tião e Valmir não é comungado por ele.

Por - 23/04/2016
Por Everaldo Paixão | Confira na integra >>>
A segunda parte da
história que também transformou-se em boatos pela cidade, sobre uma possível
aproximação entre os grupos do pré-candidato Valmir Filho (PMDB) e Tião do
Gesso (SD), virou também motivos de muitas especulações e dúvidas quanto as
decisões que devem acontecer partindo do palácio do governo.
Em conversa com os
vereadores Luciano Capitão (PMDB), Camila Modesto (PTdoB), Tico de Roberto
(PRB), Divona (PRTB), Humberto Filho (PPS), Aurismar Pinho (PTB), Aderval Régis
(PMDB), na sala do presidente da câmara, falei para todos que serviram de
testemunhas, da jogada que virou discussão nas rodadas de conversas que estava
para acontecer e que evidente, com as diretrizes definidas pelo governador, a
ideia de fortalecer o grupo governista em prol de uma unificação, pode mais uma
vez relegar ao vice-prefeito Valmir Filho, a desconfortável posição na chapa
majoritária de segundo plano. Não estou praticando terrorismo político para
beneficiar ninguém, porque não me vejo na condição de empunhar bandeira de nenhum
dos camaradas que se apresentam como solução para os desmando sequenciais que
nossa terra vem sofrendo, apenas estou narrando fatos que presenciei, oitivas
que são as condicionantes para o processo eleitoral que se aproxima, e
comentários dos próprios políticos que ensejam essas possibilidades.
A ideia também ganha
musculatura com as pesquisas que serão realizadas para possibilitar a qualquer
um dos protagonistas, a vantagem de encabeçar uma chapa e uma decisão austera
do poder de cima. O martelo quem deve bater é o governo.
Para Capitão, presidente
da câmara, se isso acontecer, não será comungado por ele, por entender que pode
ser a mesma coisa de voltar a uma grupo que saiu, inclusive sendo tachado de
“rato”, e que tem sido alvo de ataques constantes. Foi incisivo e seguro em
garantir com todas as letras que essa possibilidade está descartável e que o
editor deste caderno, podia ficar a vontade para noticiar a sua decisão.
Aderval Régis (PMDB) que
também ocupa a função de liderança da bancada independente, questionou as
tomadas de decisões sem consultar o grupo e os vereadores, e disse que as
coisas não podem acontecer na calada da noite, sem ouvir ambas as partes,
porque essa ideia só pode partir daqueles que sempre com tramoia, tentam
manobrar num intuito de permanecer no poder.
O papel de especular, de
noticiar os fatos, mesmo com as articulações ainda em movimento, faz da
política esse dinamismo, que dar mobilidade aos acontecimentos que ainda
tornarão esse novelo político, em muitos assuntos que despertarão na cabeça do
eleitor, as mesmas dúvidas que tem ainda confundido os políticos.
Quem se achar mais
esperto, que procure fazer da sua bola de cristal um aditivo a mais para tanto
ingrediente, porque nem sempre ela tem todas as respostas que você procura.

Por 
Everaldo Paixão