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O pré-candidato Fabinho Lopes acredita na ideia de se fazer uma política nova com eleições limpas

“O PARLAMENTO MUNICIPAL
PRECISA SER OXIGENADO”
Eleições 2016 – Falando em Política com o pré-candidato Fabinho Lopes (PTC), que, se posiciona
diante de uma grande barreira que para ele precisa ser quebrada, com mudanças
na forma arcaica de se fazer política e criando expectativas de caráter
principalmente no legislativo municipal, casa que pretende postular uma vaga
nas eleições de 2016.
Sobre a proposta de uma
política nova e limpa – O pré-candidato Fabinho Lopes (PTC) diz que sua
bandeira é voltada para uma política limpa, pautada em projetos, ideias, que se
distancia da forma arraigada dos brasileiros de conduzir um processo eleitoral
totalmente vinculado às praticas antigas e demolidoras dos anseios que devem
buscar mudanças e transformações na sociedade. Para ele excluir a propina, a
barganha, a compra de votos, os conchavos, se faz necessário porque não cabe
mais na forma de se fazer política nova.

Experiência de outro
pleito
– Para Lopes, seu pai (o saudoso Raimundo Lopes), foi vítima desse
sistema velho, e a comprovação de que não cabe mais essa maneira de seguir no
mesmo rumo, foi à prova de que ele nunca conseguiu se eleger. Para Lopes, em
2008, ele seguiu a mesma prática assistencialista de trocar o voto por algo, de
dar com a mão e receber com a outra, e confessou que, dar graças a Deus por não
ter sido eleito à época, porque tem a plena convicção que seria corrompido, e
não teria mais tempo para pensar com a maturidade política que pensa hoje.
– Política para mim não é
um investimento e sim uma prestação de serviços, lembrou Fabinho.
A fé e a espiritualidade
Para Fabinho Lopes, frequente nos trabalhos e nas atividades católicas, a
vivência espiritual conseguiu com ele aprendesse a separar o joio do trigo, e a
compreender que Jesus Cristo, como político, fazia as coisas gratuitamente de
coração e não queria nada em troca.
Um legislativo forte e
atuante
– Lopes acredita que um parlamento municipal forte e atuante precisa
antes de tudo, ter independência. Livre das amarras e do cordão umbilical que
tantas vezes o liga ao poder executivo, travando a sua principal função de
órgão fiscalizador. – Ele pode se transformar em um legislativo gordo e
inchado. É preciso manter distância do executivo, e isso não quer dizer que não
vou me relacionar bem com ele. Mas pretende ser a voz do povo, e não do
executivo, ressaltou Fabinho Lopes.
Propostas – Para Lopes é
esse o ponto intrínseco de quem pretende se lançar em defesa do povo. Ele de
início tem se reunido com os amigos e apresentado os seus projetos baseado em
propostas que podem fazer a diferença, direcionadas principalmente ao papel do
vereador como fiscalizador do erário, das obras que o município recebe do
governo federal e estadual; de projetos direcionados aos jovens, a exemplo de
incentivos de mais bolsas universitárias, com redução dos gastos com eventos
musicais dos festejos culturais; redução no preço dos medicamentos
principalmente para os idosos e outros de controle especial; lutar para
diminuição da tributação dos impostos municipais, coibindo a cobrança abusiva;
diminuir os custos com verba de gabinetes; sabatina com os secretários nomeados
pelo o novo gestor municipal; implantação do serviço de mobilidade urbana, já
que com as construções de novos residenciais e novos loteamentos, o Município
precisa desse tido de investimento público e urgente; isenção de impostos para
as empresas que aqui pretendem se instalar.
O pré-candidato Fabinho
Lopes (PTC), diz que caminhará coligado ao hoje pré-candidato Raimundo Pimentel
(PSL), e garante seguramente que mesmo apoiando um nome, uma chapa majoritária,
trabalha fortalecido no ideal de independência, e que, compreende que pode até
ser malvisto pelos colegas de partido, de coligação, mas que como tem buscado o
sentido que almeja que é um parlamento forte e ele imbuído desse empenho, de
fazer política nova, com eleições limpas, sem compra de votos, seguirá nesse
pensamento até o fim.
Câmara Municipal
Perscrutado de como se encaixara hoje num legislativo municipal fragilizado e
muito criticado pela opinião pública, Lopes primeiro adiantou que é preciso o
vereador entender a sua real função na casa, além de desenvolvê-la com maestria.
– O cidadão passou a procuração para eles, e que o parlamento (municipal)
precisa ser oxigenado de forma iminente, lembrou. Papel do assessor parlamentar
– Para Fabinho Lopes em sua maioria, o assessor tem sido mera figura decorativa
nas assembleias legislativas, o retrato de compromisso feito nas eleições com a
troca de favores. – Um bom parlamentar precisa de uma boa assessoria, disse
Lopes. Para finalizar, Fabinho se lembrou dos conselhos do pai, Raimundo Lopes,
que dizia que as pessoas conhece o cidadão de bem não só pela forma como fala,
mas como age.
 Por Daniel Lopes Assessor de Imprensa 
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