Brasília - O presidente nacional e fundador do PRTB, Levy Fidelix, negou hoje (2) que tenha negociado a venda de seu partido com integrantes do esquema liderado pelo empresário de jogos ilícitos, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que está preso em Brasília. Fidelix negou conhecer Cachoeira e o sargento da reserva Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e classificou o episódio de “factoide”. (Wilson Dias/Agência Brasil)


Um dos candidatos à presidência do Brasil mais irreverente nas campanhas políticas morreu aos 69 anos em São Paulo. Levy Fidélix foi o fundador do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) e era considerado um conservador. Em nota divulgada em uma rede social na sexta-feira 23 de abril, a sigla partidária lamentou o falecimento do político e a causa da morte não foi divulgada pela família.

Nos debates promovidos pelos meios de comunicação, a participação de Levi era marcada pela forma de se expressar e de argumentar com os demais candidatos. Era engraçado como ele se referia a assuntos como corrupção, relacionamento homo afetivos e defesa da família, entre outros posicionamentos duros e com a verdade estampada em seu caráter. Porém, o político mesmo com boas intenções para governar o país, nunca conseguiu chegar a exercer o cargo de presidente da república. Mesmo assim, nem tudo foi derrota na vida dele, com uma carreira exemplar em várias profissões exercidas, ele conseguiu que seu partido o PRTB comandasse a República por meio do vice-presidente Hamilton Mourão.