IBGE abre mais de 9 mil vagas temporárias para o Censo 2020 em Pernambuco

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está com inscrições abertas até 24 de março, do processo seletivo para três funções relacionadas ao Censo 2020: Agentes Censitários Municipais (ACM) e Agentes Censitários Supervisores (ACS), ambos com exigência de nível médio, e recenseadores, cujo requisito mínimo é o ensino fundamental completo.


Em todo o País, serão mais de 200 mil vagas. Destas, 9.053 são em Pernambuco. Para Agente Censitário Municipal, devem ser preenchidas 241 vagas; já para Agente Censitário Supervisor, o número sobe para 938 postos de trabalho. Para recenseador, serão 7.874 vagas em todos os municípios do Estado. Esses profissionais irão trabalhar na coleta de informações do Censo 2020.


As inscrições devem ser feitas via internet, pelo site da organizadora do processo seletivo, o Cebraspe. A taxa de inscrição para as funções de nível médio é de R$ 35,80 e, para recenseador, de R$ 23,61. Os valores podem ser pagos em qualquer banco, casa lotérica ou pela internet. As vagas são temporárias e os contratos terão duração prevista de cinco meses, para ACM e ACS, e de três meses, para recenseadores, podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária.
IBGE


Os profissionais contratados temporariamente pelo IBGE também terão direito a férias e 13º salários proporcionais, de acordo com a legislação em vigor e conforme o estabelecido por dois editais: um para ACM / ACS e outro para Recenseadores. Um detalhe importante: as pessoas que trabalharam recentemente como temporários, para o IBGE ou qualquer outro órgão público, também poderão ser recontratados, caso sejam aprovados nesses processos seletivos do Censo 2020. Além disso, um mesmo candidato pode se inscrever para realizar as duas provas.


Os melhores colocados em cada município ocuparão a vaga de Agente Censitário Municipal, que será o responsável pela coordenação da coleta do Censo 2020 naquela cidade. Os demais agentes censitários supervisionam as equipes de recenseadores. As remunerações dessas duas funções são de R$ 2.100 para ACM e R$ 1.700 para ACS, com uma carga horária de 40 horas semanais.


Já os recenseadores serão os profissionais que irão visitar todos as residências do país, entrevistando seus moradores. Eles serão remunerados por produtividade, de acordo com o número de domicílios visitados. No site do IBGE há um simulador onde os candidatos podem verificar a remuneração a ser obtida, com base nos valores pagos por setor censitário nas diferentes localidades do país.


Para ambas as funções dos processos seletivos, as provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas. As provas para ACM e ACS serão em 17 de maio e as provas para recenseadores, em 24 de maio. O edital com a relação de todos os locais de provas será divulgado em 08 de maio para ACM e ACS e em 18 de maio para recenseadores. O cronograma completo de ambos os processos seletivos pode ser encontrado nos editais. Para verificar a tabela de vagas para cada cidade, acesse os links para ACM/ACS e para recenseador.


Os candidatos a recenseador farão prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, com dez questões de Língua Portuguesa, dez questões de Matemática, cinco questões sobre Ética no Serviço Público e 25 questões de Conhecimentos Técnicos. O link de acesso à documentação referente aos Conhecimentos Técnicos para Recenseadores pode ser encontrado no edital.
Os candidatos a ACM e ACS farão prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, com dez questões de Língua Portuguesa, dez questões de Raciocínio Lógico Quantitativo, cinco questões de Ética no Serviço Público, 15 questões de Noções de Administração / Situações Gerenciais e 20 questões de Conhecimentos Técnicos. Os links de acesso à documentação referente a esse conteúdo programático estão no edital.


Nos municípios maiores e em locais remotos, as vagas são oferecidas por áreas de trabalho específicas. Essas áreas podem abranger bairros, favelas, localidades de difícil acesso, aldeias indígenas ou comunidades quilombolas, por exemplo. O ideal é que os recenseadores aprovados no processo seletivo sejam moradores das próprias localidades onde irão trabalhar, para economia de custos com deslocamentos e maior produtividade nas visitas domiciliares.