Grupo recolhe assinaturas para tentar dar celeridade a investigações do Caso Beatriz

14/07/2016 21h55
O Vale do São Francisco
continua pressionando por respostas para o caso da menina Beatriz Angélica
Mota, de sete anos, morta no dia 10 de dezembro passado no Colégio Nossa
Senhora Auxiliadora, em Petrolina. Sete meses após o crime, as investigações
seguem sob sigilo policial e ninguém foi preso.
Para tentar dar celeridade
às investigações – algo que, segundo o governador Paulo Câmara, a Polícia Civil
e a direção do Colégio, é uma prioridade -, um grupo vem recolhendo assinaturas
em eventos realizados em Petrolina e Juazeiro (BA), além de criar uma petição
virtual.
O grupo tem como meta
recolher o máximo de assinaturas possível para que as mesmas sejam entregues ao
governador Paulo Câmara, que recentemente afirmou o seguinte: “Eu me coloquei à
disposição da família. Eles estão sabendo que qualquer questão que os aflijam,
podem contar conosco porque temos total interesse em elucidar esse caso e fazer
justiça”.

A petição online pode ser
conferida acessando aqui. Na descrição, o grupo destaca: “não queremos que
acabe em mais um caso arquivado, sem seus autores identificados e punidos na
forma da Lei. E por isso pedimos maior celeridade e empenho nas investigações,
com o Governo de Pernambuco investindo mais em pessoal, equipamentos,
tecnologias e o que mais for necessário para elucidar este crime hediondo, o
mais rápido possível. Não só a família da vítima sofre, mas toda a sociedade
sanfransciscana”. (CarlosBritto)

Sobre o Autor

Allyne Ribeiro