Decisões palacianas influenciando em nossa Paróquia

28/07/2016 18h19
Por Everaldo Paixão 
Ontem (27) o dia foi de
muitas notícias quentes da nossa política paroquiana. Dúvidas são as mais
evidentes depois que o pré-candidato e vice-prefeito Valmir Filho resolveu
abrir mão de disputar o pleito de 2016. Lacunas ficaram abertas para os
pré-candidatos decidirem para onde iriam, se não fosse pelos obstáculos
impostos pelas legendas. Luciano Capitão (presidente da Câmara) peemedebista,
Camila Modesto e Aderval Régis também recém-filiados à agremiação, podem não
fazer aliança com quem Filho andou articulando e acordando.
O ex-prefeito Lula e sua
filha Camila Sampaio, podem ancorar no barco de Tião do Gesso e reforçar a
campanha do atual vereador e quem sabe abrir a oportunidade para que ele
apresente de vez o seu companheiro ou companheira de chapa.
Aluízio Coelho um dos
postulantes ao cargo de prefeito e filiado ao Partido Progressista pode sem
nenhum esforço exaustivo, claro que as conversas sempre precedem as decisões,
atrair por tabela importantes apoios nesse jogo político de xadrez. De lambuja
sua candidatura pode ganhar musculatura com as alianças do PMDB e do PCdoB, que
incluiria nesse pacote robustos apoios como Luciano Capitão, Camila Modesto,
Deval e Doval, que com certeza ainda deve estar sendo costurado, porque tudo
foi celebrado com as decisões do Palácio do Campo das Princesas e precisam de
uns ajustes para oficializar os acordos.
Sobram nomes que também
podem ainda se decidir, ou por vontade própria, ou por obediência a legenda que
pertence, ou ainda por ordem do palácio. Ronaldo Lacerda (PMDB) que vai ter
quer marchar com Tião do Gesso ou Aluízio Coelho para assegurar a homologação
de sua candidatura decidindo por uma coligação; Edésio Medeiros (PROS) que
também vai ter que escolher até o último dia das convenções e do prazo
estabelecido pela lei eleitoral, Ricardo de Zuilton,  e também outros que pretendem continuar
defendendo o nome para a eleição proporcional deste ano.
Como podemos entender e
perceber que aqueles que não foram eleitos em 2014 pela população de Araripina,
são quem hoje está carteando num jogo que não deviam opinar. Poder é isso aí.
Partido é isso aí.
Para alguns pré-candidatos
que estão no grupo de Coelho o efeito Dumel pode voltar, claro, com menor
intensidade, porque o grupo pode ser fortalecido com veteranos como Capitão e
também com mais três vereadores de mandatos, Camila, Deval, Doval e, isso pode
ter suas vantagens que aumenta as possibilidades na disputa pela majoritária
engradecendo o grupo,  por conveniência
mantendo os raivosos em silêncio.
Quem tanto persistiu pode
hoje vislumbrar um cenário vantajoso e um horizonte mais amplo.

Vamos aguardar os fatos se
concretizarem para que novos elementos componha os capítulos desse enredo.

Sobre o Autor

Allyne Ribeiro