Wingla Xyara, é isso mesmo, o nome já é diferente para combinar com o talento diferenciado na dança, também na dedicação ao trabalho com tranças e vídeos de humor. Wingla conta a nossa redação que o despertar pela dança veio ainda na infância, aos 5 anos. Na adolescência, ela formou seu primeiro grupo de dança do ventre, na Escola Professor Manoel Bonifácio Costa, nesse período ela passou a ministrar aulas particulares, de lá para cá, não parou, o que fez a paixão pela dança só aumentar.

Além da dança, ela também atua como trancista, que é uma arte que serve como ferramenta de resgate da cultura negra e empoderamento da mulher. Wingla é formada em educação infantil e exerceu a profissão durante anos. Atualmente é sócia numa empresa no ramo varejista.

Vida Artística

Recentemente, Wingla participou de dois Festivais Culturais online promovido pela Lei Aldir Blanc organizado pela Prefeitura Municipal de Araripina, Sertão do Araripe, em parceria com o Governo Federal. Na oportunidade, ela mostrou todo o seu talento na dança do ventre no palco, em uma transmissão para milhares de expectadores. Aliás, fazer vídeos demonstrando suas habilidades é uma de suas especialidades, as apresentações gravadas por ela são colocadas em seu perfil no Instagram @Wingla_Xyarah. Além do conteúdo artístico postado por ela na rede social, há também espaço para levantar a autoestima da mulher, um trabalho que mexe não só com o físico, mas com o emocional. A nossa primeira protagonista na série de homenagens ao mês da mulher nos mostra que cada um pode ser o que quiser e basta apenas confiar no seu potencial. Além de exercer a função honrosa de mãe e dona do lar, é possível estar em outros espaços e desempenhar múltiplas atividades. A mulher tem essa particularidade de ser aquilo que ela quiser ser.

Seus trabalhos com Tranças

Contato para fazer seu orçamento – 87 9 9133-7818

Podemos dizer que Wingla é uma representante do empoderamento feminino com P maiúsculo, dona de casa, mãe, esposa, empresária, blogueira e uma mulher dedicada a defender os valores femininos sem perder a sua essência.

Redação Araripina em foco/Fotos: Arquivo pessoal