Coluna da quinta-feira “A política é a arte de fazer o bem e o mal”

Por - 13/08/2015
O discurso claro do
vereador Evilásio Mateus que mostra a realidade que a cidade de Araripina está
vivendo.
Por Damião Sousa
– “A política é a arte de
fazer o bem e o mal”, essa é a palavra mais usada pelo vereador Evilásio
Mateus, usando de toda sua experiência política,
quando nós damos um aval,
um poder de representação a um politico, nós estamos dando um poder a ele de
fazer por nós, de gerenciar o que é nosso orçamento, no caso de Araripina passa
de 7 milhões de reais ao mês, então vocês estão dando a alguém a representação de
vocês, e a política e junto com o voto causa um mal a comunidade a cidade, ao
idoso, ao jovem, ao funcionário público, ao comercio a todos aqueles que vivem
em uma cidade, quando aquele voto é dado a um político que não tem compromisso
social, que não tem compromisso com a educação, que não tem compromisso com a
saúde, que não tem compromisso com a infraestrutura, que não tem compromisso
com a geração de emprego, que não tem compromisso com o desenvolvimento de sua
cidade, esse voto você fez o mal, a você a sua família e aos seus munícipes.
Político que desvia recursos de educação, político que desvia recursos da saúde,
político que não trata bem os seus servidores, político que não investe na infraestrutura
da cidade, político que não sela pelo nome de sua cidade, esse político usou o
seu voto para fazer o mal, aí eu pergunto quando você dá seu voto à candidato
descente que coloca a saúde para funcionar, que coloca a educação para
funcionar, que sela e cuida da infraestrutura do município, que trata bem a sua
juventude, que trata bem aos agricultores, que trata bem a sua cidade, a gente
ver as coisas fluírem, as coisas funcionarem num município que é administrado
por um político fruto de um voto do bem, e vocês que amanhã ou depois estarão
representando na Câmara de Vereadores, no Poder Executivo, no Poder Legislativo,
Poder Judiciário, em fim, vocês que amanhã bem próximo estarão fazendo o dia a
dia de nossa cidade, é muito importante vocês terem a consciência e
conscientizarem o próximo de que “político
que compra eleitor, ele vale menos do que o eleitor que ele está comprando

se conquista voto é com proposta, é com trabalho, com defesa na educação, na
saúde, com honestidade, e
principalmente com zelo no dinheiro público, o que o político de dá na época de
eleição, ele está achando que seu valor é aquele, então os quatros anos
seguintes o compromisso com você é zero, por isso que eu defendo que é
importante acabar com essa pratica de política em nossa cidade, nós temos
cobrar propostas, nós temos que julgar desenvolvimento no mandato, então
observem isso para que vocês não sejam instrumentos do voto do mal, que vocês
sintam-se honrados em bater no peito e dizer meu voto serviu para transformar
minha cidade, para que vocês tem orgulho de dizer que são de Araripina, e isso
não é devaneio, não é sonho, só basta as verbas serem aplicadas como deveriam
ser.
ARARIPREV –
Cadê o dinheiro? Aposentados passando por uma situação que nunca pode imaginar,
me deparei com um idoso na rua, onde o mesmo com os olhos cheios de lagrimas, falando
que não tinha o dinheiro para comprar o seus medicamentos, uma pessoa que
prestou serviço ao município por 20 ou 30 anos, que acredita que na hora da sua
aposentadoria vai ter um descanso, um conforto de desfrutar dos tempos de
trabalho, e quando chega a hora, aí é que a angústia aumenta, a disposição para
trabalhar não é mais a mesma, o campo de emprego não é mais o mesmo, porquê uma
pessoas de quase 70 anos não tem oferta de emprego para que seja viabilizado
uma renda complementar. O interessante é que o chefe do ARARIPREV diz que
foi Dilma que não mandou o dinheiro, eu quero que ele mostre qual o convênio
que o ARARIPREV tem com o governo federal, por que meu amigo, ARARIPREV é
um fundo de reserva dos pensionistas, todo santo mês, é tirado 11% do salário do
servidor para colocar no ARARIPREV, isso durante 30 anos, para quando ele se
aposentar, ele ter o conforto de dizer hoje eu tenho segurança de comprar meus
medicamentos, de fazer minha feira, de honrar meus compromissos, essa é uma
situação que não está confortável para os aposentados e pensionistas. Gostaria
que o senhor prefeito encaminha-se os servidores que estão lá para fazer um
treinamento de relações públicas, porque eles além de não pagarem os servidores
 pensionista e aposentados, e ainda
tratam mal, todos são maltratados naquele órgão que é gerenciado pelo município.
O vereador cobra do gestor
a questão dos empréstimos consignados, que está sendo descontado do contra
cheque, mas não está sendo repassado para a fonte credora, causando
constrangimento, o município vai ser alvo de várias ações civis. Nós temos que
defender o povo, não é porque é aliado do prefeito que a coisa está errada e
ter ficar calado, pois Araripina está sofrida, muito sofrida… finaliza
Evilásio Mateus
Ouricuri
realizará Concurso
Público – Tramita nas comissões da Câmara
de vereadores de Ouricuri o Projeto de Lei de nº 0032/2015 de autoria do Poder
Executivo que trata do concurso público para preenchimento de vagas na
prefeitura de Ouricuri.
A matéria foi encaminhada
na sessão ordinária do dia 11 de agosto e será votada na próxima sessão que
acontecerá dia (18) às 19:00 horas, no Plenário da Casa Rodrigo Castor.
Serão mais de 400 vagas
para todas as secretarias e é a realização de um sonho para muitos
Ouricurienses e um compromisso de campanha que assumimos.
Travamos uma briga
judicial mais vencemos. Agora é aguardar a aprovação do projeto pela câmara de
vereadores e abrir o processo licitatório para a empresa que ganhar realizar o
certame disse o prefeito Cezar de Preto (PMDB).
João
Dias fala da falta que faz Eduardo Campos
– no começo da
sessão o vereador João Dias fez questão de pedir um minuto de silêncio em
homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, que faleceu há um ano na queda de um
avião, momento em que ele estava em plena campanha na disputa para presidente
da república.
– “Nós Brasileiros estamos
sentindo a falta que faz Eduardo, pois estamos vivendo um grande momento de
crise, Campos representava “a nova política” e se ele estivesse vivo tudo seria
bem diferente. No último dia 05 em uma nota divulgada pelo MEC, onde seis
escolas Pernambucanos aparecem na lista das dez melhores unidades de ensino
público do Brasil. “Isso é fruto das brilhantes ideias do eterno governador
Eduardo Campos”. Disse João Dias
PSOL
O oposicionista PSOL denunciou, nesta quarta-feira (12), em pronunciamento, na
Assembleia Legislativa, do deputado Edilson Silva que dois golpes estão sendo
articulados no País e antecipou que vai resistir e irá às ruas contra a
violação da Constituição e da legitimidade da eleição presidencial. Edilson
acusou de golpe a agenda apresentada pelo presidente do Congresso Nacional,
senador Renan Calheiros (PMDB), para assegurar o apoio à presidente Dilma
Rousseff (PT), diante da crise política e econômica nacional.
O psolista disse que a
Agenda Brasil retira cláusulas pétreas da Constituição de 1988, ferindo
direitos sociais e avançando sobre o patrimônio público brasileiro. E acusou
uma articulação para a criação de um ambiente nacional favorável ao “golpe do
impeachment” da presidente.
O deputado do PSOL afirmou
que Renan Calheiros, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e “a elite
conservadora”  estão “acuando” a
presidente Dilma, aproveitando-se da “fragilidade” política do seu governo,
para – com a aquiescência da presidente – reformar a concepção de Estado que
esta contida na Constituição Brasileira.
“Direitos pétreos e o
patrimônio público viraram peças de atração do grupo parlamentar enlameado pela
Lava Jato. Dilma é refém da política antirrepublicana. Está acuada e, por isso,
se permite aceitar dialogar sobre essa agenda que flexibiliza a legislação
ambiental, as áreas indígenas e os terrenos de marinha que são das Forças
Armadas, fala em privatização do SUS e uma nova leitura para as Parcerias
Público-Privadas. Isso é um golpe. Eles não têm mandato para revisar a
Constituição”, declarou na tribuna.
Sem contestação de
deputados da oposição nacional, Edilson disse que a estratégia é “tornar o
governo Dilma fraco”, para emparedá-la e condicionar o apoio a um “ou negocia
ou será desalojada”. “Dilma é presidente mas não tem o direito negociar o País,
os direitos dos trabalhadores e o patrimônio público. O PSOL não é da base de
apoio (de Dilma), mas não aceita um impeachment sem que haja uma sustentação
jurídica que percorra todas as instâncias. Não vamos permitir, sem lutar, que
seja instalado um impeachment”, ressaltou o psolista.

O único aparte partiu da
petista Teresa Leitão que reconheceu a situação política como “grave” e definiu
como uma “posição lúcida” a manifestação do PSOL. “A proposta de Renan não será
facilmente absorvida pelo PT e pelo próprio PMDB. Há pontos na pauta de Renan
muito perigosas para o País. Os movimentos sociais vão se manifestar contra
essa agenda. Quem sabe o PT e o PSOL não estarão caminhando juntos”, alinhou
Teresa Leitão. “Em 2013 também havia uma pauta conservadora no Congresso e o
povo foi lá e derrubou. Talvez tenha o povo que voltar para a porta da Câmara
(Federal)” completou Edilson.