Cadê o assassino(a) da menina Beatriz?

Por - 04/01/2016
Artigo de José Elias
Gomes Batista Filho
Como já publiquei no blog
do Sr. Vinícius de Santana, a Polícia continua inerte e sem uma linha de
investigação. Incompetência total. A Polícia Civil de Petrolina continua a
praticar desfavores a sociedade. Temo que este caso fique impune, mesmo tendo
acontecido abaixo dos olhos de 2 mil pessoas que estavam presentes na festa.
A menina Beatriz não
merece ser lembrada apenas como uma estatística policial, mas sim por sua
sutileza como criança e amor que trouxe aos que eram próximos a ela. Continuo a
refletir, não acredito que foi por vingança, mas sim uma pessoa desequilibrada
que ceifou de forma tão brutal a vida da pequena menina. Tenham certeza, a
Polícia não tem linha de investigação, por este motivo esconde de forma
vergonhosa suas versões sobre o caso.
Espero que a verdade
chegará, mas não será pelas mãos a Polícia Pernambucana, que além de mal
preparada se encontra ultrapassada e sucateada pelo Governo presente que pouco
apresentou aos seus comuns o melhor e /ou suficiente para que tenham uma
sociedade justa e igualitária.
Com a devida vênia, não
enxergo soluções para o caso Beatriz, bem como para tantos outros casos que
estão engavetados nos muros policiais.
É injustificável que
esperamos até agora tanto tempo e não tenhamos um simples autor do fato
delituoso.
Esse monstro não saiu
pelas portas do fundo, mas incrivelmente pela entrada, como se nada tivesse
ocorrido, por mais trágico e desumano que foi o caso, ele ou ela sumiu, não
deixou detalhes, marcas, digitais? Será? Temos o INFOSEG que é um programa que
intensifica e unifica a pesquisa sobre pessoas em todo Brasil. Todo policial
que trabalha na área de investigação, pode ter acesso, inclusive pode observar
RG, CPF, CNH, fotos, filiação, nome completo e seus endereços etc.  
O sistema é completo, porém nada temos sobre a garotinha Beatriz.
Será que as digitais
deixadas na faca cravada no corpo da pequena Beatriz não deixou um indício do
culpado?
Muito estranho, pois nunca
observei tanta ineficiência, como pouco caso e vontade em diluir o caso e começar
a apresentar suspeitos e criminosos potenciais, pois afinal, quando morre um
policial sempre transparece o culpado em horas ou mais tardar em dias.
Por que Beatriz pode ser
diferente?
Por que tanto suspense?
Iremos esperar o tempo e
esquecer dessa menina?
Tudo vai depender de nós…
Jamais deveremos esquecer a memória de Beatriz, ela é um anjo e esse anjo
devemos valorizar como a nós mesmos.

José Elias Gomes Batista
Filho 
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